• INICIO
  • Facebook
  • Twitter
  • Google +
  • Youtube
  • Contacto
  • Comentar
  • Feeds/Posts

16/02/2018

Queres ser lembrado? Então morre


Era português, chamava-se Marcus, foi modelo e cantava. Morreu, diz-se que de frio, no metro de Londres. 
A morte de um sem-abrigo, em Londres, um rosto que os "média" britânicos descrevem como estando ali há já algum tempo, no metro de Westminster, mas com quem ninguém se preocupou, traz a lume problemas que muitos não querem ver.
Marcus, tinha 35 anos e nacionalidade portuguesa, os jornais do Reino Unido dizem que foi modelo, que era também cantor, que sonhava com o dia em que ia voltar ao ativo e que ansiava já por encontrar um trabalho como empregado de mesa. A morte está ainda por explicar, há quem culpe o frio, mas não só.
No local onde faleceu alguns ramos de flores entre eles um do líder do Partido Trabalhista.

E agora? Agora se calhar até lhe vão fazer uma homenagem, mas enquanto ele dormiu e viveu na rua ninguém, mesmo ninguém se lembrou dele e de outros que não são poucos a viverem na rua.
Este por acaso até é português, morreu num país que eu considero civilizado e humano, mas não deixa de consentir tal crueldade a estas pessoas e outras que pelo mundo fora passam fome e não têm onde se proteger, a moral do países ocidentais é muito grande, só a moral, porque o resto ainda está longe, dizem os países ocidentais defender e proteger os direitos humanos, até penalizam outros por não os defenderem e os atacarem, então e vocês? Países ocidentais, não mereciam também serem penalizados? Mas e por quem?
Existem milhares de pessoas ou mesmo quem sabe muitos milhões, a viverem na rua e com fome, sem o mínimo que se pode desejar a um ser humano para poder viver com dignidade, mas a moral continua dia após dia a ser apregoada, mas tratar tal mal ninguém se digna fazer, só quando alguém morre nas condições em que este português morreu é que aparecem a lamentar, neste caso até foram duas figuras de alto relevo, um de Inglaterra e outro de Portugal, para quê tamanha hipocrisia? Agora não! Ele o Marcus já cá não está, ele não lhes vais agradecer, ele morreu! Porque as sociedades estão e são ainda muito desumanas, e eu como humano e cheio também de pecados, lamento que ainda no século 21 existam pessoas a serem tratadas como ratos, isto é um crime das sociedades, não é por falta de recursos, não digam isso! É simplesmente por falta de humanismo!
Para quando o fim destes dramas? Resta-me repudiar os seres humanos responsáveis, e nada mais.

Frase de homem de cortelho e fraca moral


  • Pedro Ferraz da Costa - o empresário que em 2005 avisou que em dez anos o país estaria falido diz que falta gente nova a trabalhar e que as empresas se estão a transformar "em lares de terceira idade". Diz ainda que faltam candidatos não por falta de qualificações, mas porque "as pessoas não querem trabalhar".
Há já algum tempo que eu não ouvia esta personagem, apareceu hoje a emitir mais uma patetice e ao mesmo tempo mais uma frase trapaceira, que segundo esta voz irritante e descompensada no tempo diz que as pessoas não querem trabalhar.
Não querem trabalhar é um adjectivo um pouco maquiavélico, como sempre nos acostumou o personagem e ofensivo a quem neste país labuta mal ou bem.
o Sr. Ferraz que até no nome é esquisito, parece que olha para a classe trabalhadora com olhos de fera faminta, desejando comer os que o alimentam com suor e sacrifícios, adjectivando-os da mais cruel frase "não querem trabalhar" que só pode vir não direi de um fascista, porque nessa eu não vou em fascismos, mas de um individuo que na minha opinião que tem vivido com o focinho cheio de veneno apontado a quem trabalha, e isto numa sociedade dita democrata que ainda vive dependente de gente como este senhor. O que faz você na vida? Se dissesse essa frase a mim respondia-lhe apenas com o desprezo mais violente que se pode dar a uma pessoa, que é ignorá-la e considera-la abaixo de toupeira de cano de esgoto.

21/01/2018

Batalha Reis disse, e eu também acho que sim!


Jaime Batalha Reis sublinhou o carácter apaixonado assumido pelas lutas em torno da questão do trabalho colonial e tropical. Insistiu, também, no facto de tais lutas serem produto de uma ausência de estudos científicos sobre a questão, sobretudo de investigações orientadas numa perspetiva comparada. Diga-se, de passagem, que as suas posições anteriores tinham sido de reserva em relação ao abolicionismo. Isto é, defendera argumentos de emancipação, mas considerou-os sempre no quadro de uma progressão lenta, uma vez que considerava não estarem os africanos ainda preparados para se governarem a si próprios e deixarem de ser tutelados.

Batalha Reis disse e eu também concorde, e disse-o naquela época, mas nos dias de hoje a situação não lhes é muito mais favorável, todos já se governam a si próprios, mas de que maneira eles se governam? Acho eu e é verdade, muito mal, porque são dependentes de todas as tecnologias, dependentes do mercado exterior para tudo, nas suas mentes ainda está presente a mentalidade indígena africana, aquela onde o subdesenvolvimento perdura e muito, os seus costumes são ainda e muito medievais, hábitos ainda muito pré primatas e aspecto grosseiro.
Muitos já possuem alguma escolaridade, mas a sua forma de pensar, idealizar, e criar algo ainda está muito longe do primata branco, dos quais eles, os africanos, continuam a depender, e muito dificilmente perderão essa dependência.
Como seria aquele continente que até é  belo e rico na sua natureza se ficassem dependentes só e apenas de si mesmos neste mundo? Sobreviveriam? Sim! Sobreviviam! Mas penso eu mais uma vez que recuavam no tempo, e não num tempo curto, mas algumas centenas de anos com certeza.
Não foi só Batalha Reis que defendeu essa ideia, Salazar disse-o várias vezes, e temos visto e confirmado que é verdade, porque muitos dos países africanos com 60 e mais anos de independência continuam sem rumo, lutam entre si, sem causas, não com pedras e flechas, mas com as armas que eles tanto gostam e que não as sabem fabricar, são as tecnologias que para eles ainda continuam a ser uma luz ainda muito longínqua e difícil de lá conseguirem chegar, vivem hoje os povos africanos como eles dizem livres e independentes? Não! Os seus gestores, esses sim, esses vivem, mas onde instalam os seus dinheiros? Lá está no mundo do primata desenvolvido, e qual a razão? A razão é porque eles próprias reconhecem que estão ainda muito e mesmo muito longe da sua independência total, vivem apenas um independência virtual.

09/01/2018

O exagero é inimigo do óptimo


Benfica e Centeno. O Ministério Público está a ponderar uma investigação do pedido de bilhetes para assistir a um jogo no Estádio da Luz por parte de Mário Centeno e a posterior isenção de IMI de que beneficiaram os filhos do presidente do Benfica. Questionada pelo i sobre se foi aberto algum inquérito a estes factos, a Procuradoria Geral da República informou ontem ao início da noite que o Ministério Público “encontra-se a acompanhar a situação com vista a decidir se há, ou não, qualquer procedimento a desencadear no âmbito das respetivas competências.”
O Ministério das Finanças afastou ontem qualquer responsabilidade na atribuição de isenção do imposto sobre imóveis (IMI) a prédio de empresa gerida pelos filhos do presidente do Benfica, dias depois de Mário Centeno ter pedido bilhetes para assistir ao jogo dos encarnados contra o FC Porto.
O comunicado do Ministério das Finanças diz ainda que o governo não tem qualquer papel na atribuição da isenção de IMI prevista no artigo 71, nº 7, do Estatuto dos Benefícios Fiscais (EBF) e, como tal, esta foi concedida mediante deliberação da autarquia liderada por Fernando Medina. E lembra que a lei prevê que “os prédios urbanos objeto de ações de reabilitação são passíveis de isenção de imposto municipal sobre imóveis por um período de cinco anos, a contar do ano, inclusive, da conclusão da mesma reabilitação, podendo ser renovada por um período adicional de cinco anos”.

Mais um caso de suspeita, desta vez envolve o Ministro das Finanças português, talvez e mais uma vez por ser simpatizante do Benfica, pelo que se vê e ouve um dia destes será crime gostar de um coisa qualquer, não gostar já é, gostar está prestes a ser.
Vive-se hoje em dia numa panóplia de suspeitas, se existe razões para tal talvez sim, mas estou a achar que está existir um bocado de exagere, um dia destes só os sem abrigo é que são os únicos sérios, o que não é verdade, os mais abastados e alguns são tão sérios como os verdadeiros.
Chegamos ao ponto e segundo a minha impressão que um dia destes ninguém poderá pedir um favor a ninguém, será logo suspeito, um dia destes ninguém poderá ter um amigo, será logo suspeito, um dia destes ninguém poderá fazer um favor a ninguém, um dia destes ninguém poderá ser recebido com alguma amabilidade, ou por ser uma pessoa com alguma idoneidade, ou por ser uma pessoa de prestígio, sendo ele intelectual, político ou outro cargo qualquer, ou até alguém que nos fez e faz bem.
Será que quem suspeita e critica nunca pediu um favor? Haverá alguém? Se houver que atire a primeira pedra, afinal o velho provérbio que diz, os amigos são para as ocasiões deixou de fazer sentido, porque tudo e todos são suspeitos.
Não faz sentido nenhum, então um cidadão qualquer não pode pedir a um mandatário qualquer seja ele político ou outro um favor para que com o seu poder ou influência lhe resolva um problema que têm? Quantas vezes se ouve na via publica cidadãos que se cruzam com políticos a lhes pedirem para que lhes resolvam um problema que têm? Isso é crime? Então pede-se a quem? Por amor de Deus...........
Quem não tem um emprego porque teve um padrinho? Quantos há que não? Ou nós somos irracionais?
É evidente que hoje se vive num mundo de corrupção, mas nem tudo e nem todos os são, por isso eu digo, que vivemos num mundo onde até as boas práticas são suspeitas, neste mundo assim eu não acredito, e os exageres são inimigos do óptimo.
Mias digo: Será que um pai pode pedir o bem de um filho? Ou também será suspeito? Tenham Juízo todos os que praticam o mal e não duvidem de todos, porque os que mais duvidam são precisamente aqueles que merecem dúvidas, quem não confia não é de confiar! Mas o Zé portugua julga-se sempre mais papista que papa, uma mania um pouco feroz.

03/01/2018

EDP! Não se enganem por favor, sejam sérios.......


Há clientes da EDP a queixarem-se de erros na leitura dos contadores que têm levado a cobranças bastante superiores ao valor dos consumos. A notícia é avançada, nesta quarta-feira, pelo Jornal de Notícias (acesso pago) que apresenta alguns casos concretos de clientes que foram surpreendidos com faturas de milhares de euros. A EDP não nega esses casos, mas garante que o número de reclamações é reduzido e não está a aumentar.

A Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ESRE) aplicou uma medida cautelar à EDP Comercial, fornecedor de energia em mercado livre, que obriga à cessação imediata da utilização de expressões suscetíveis de induzir em erro em cartas enviadas aos consumidores.

Aqui estão duas notícias que correm hoje nos meios de comunicação referentes à EDP, e tudo isto não surpreende, porque sabemos bem como eles são e estão distraídos, sempre que a distração existe nunca é a favor do consumidor, porque será?. Quando nos enviam a casa indivíduos com a finalidade de aliciarem clientes a aderirem a serviços para os quais não estão interessados também não se sentem culpados, como aconteceu comigo, não adiante nem perco mais tempo com gente desta e semelhante, apenas digo que não confie um milímetro que seja nesta e noutras empresas deste género, com muita pena mas é assim que penso!

02/01/2018

2018, mais um ano em que os nossos bolsos ficam mais vazios


Sobe quase tudo em 2018.. Os bolsos vão ficar mais vazios com os aumentos de preços prometidos e anunciados em quase todos os sectores.

Não há palavras para descrever o nosso futuro, e este ano parece ser um dos que mais nos vais custar a pagar o que consumimos, tudo ou quase tudo aumentou, isto depois da propaganda  do aumento do salário mínimo nacional, das reformas etc., Afinal para que serve tal propaganda? Quando na prática a isto se chama dar com uma mão e tirar com as duas.
O que vão melhorar os portugueses? A resposta é Zero negativo, agora os privilegiados sim! E esses são sempre aqueles que continuam a comer na manjedoura do poder, que quer queiram quer não as mordomias são sempre os mesmos que comem.
Os salafrários aproveitam-se destas deixas, e aí têm o poder a os autorizar aumentar tudo o que consumimos, no fim continuo a perguntar para que serviu tal propaganda do ordenado mínimo nacional e das pensões? Para propaganda política e para o favorecimento aos tais salafrários que se aproveitam para nos roubarem no custo dos bens que necessitamos, vejam os aumentos aqui: Aumentam os preços