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20/07/2017

15 anos? Só se fosse desterro para vocês


O presidente da Associação de Produtores da Pesca do Cerco disse hoje estar "perplexo" com a recomendação do organismo científico sobre a suspensão da pesca da sardinha por  15 anos, considerando que é um "cenário apocalíptico" e injustificado.
O parecer do organismo científico, que não é vinculativo e a que jornal de Negócios teve acesso, diz que "Portugal deve parar por completo a pesca da sardinha e durante um período mínimo de 15 anos para que o stock de sardinha regresse a níveis aceitáveis".

Estes estudiosos que muito falam sobre as pescas e afins deixam-me preocupado, sobre esta matéria pelos vistos toda a gente sabe e entende, de sardinhas de carapaus e de salminetes também.
Quanto às sardinhas e pelo que sei é um espécie que abundava na costa portuguesa em grande quantidade, nos dias que correm e há cerca de uns vinte e cinco anos para cá essa abundância tem vindo a diminuir.
Segundo os práticos, a sua diminuição se deve ao processo climático que nestes últimos anos foi significativamente alterado, as razões não sei, só sei que é um facto.
A sardinha é a única espécie que não é predadora, alimenta-se de plâncton, um organismo que vive em suspensão na água, este plâncton sempre foi abundante na costa portuguesa, pelo tipo de solo, e pela temperatura da água, água essa e clima que tem sido alterado nos últimos anos, as razões acho que poucos sabem, e assim, com essa falta de plâncton se deve a pouca quantidade de sardinha, mas segundo os tais práticos, "os pescadores", diziam, quanto menos barcos menos peixe, e isto acontecia mesmo no tempo em que as traineiras largavam ao futuro muitos não sei se sabem mas eu sei, perguntam aos pescadores, os mais velho que ainda possam andar por aí.
Agora querem-nos tirar aquilo que já é pouco, convencidos que assim a sardinha volta a chegar em quantidade estão muito enganados, porque não só a sardinha está em falta mas muitas outras espécies também, quantidades como eu conheci há cerca de 50 anos não mais vão voltar, só se o tal clima de primavera, verão, outono e inverno voltar a existir outra vez, mas isso perguntem à natureza.
Deixem-nos ir comendo umas sardinhitas e vão para o raio que os............., porque de teóricos e sabichões estou eu farto, eles não distinguem uma sardinha de um tubarão, nem sabem a origem do nome dela. Posto isto, Merda!

18/07/2017

As mentes grosseiras e subtérreas dos islamitas

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 Uma jovem saudita está a ser investigada pelas autoridades da Arábia Saudita por ter andado em público vestida com uma mini-saia e uma camisola de mangas curtas, vestuário considerado indecente naquele país.
Recorde-se que a Arábia Saudita é um dos países com a abordagem mais conservadora em relação à lei islâmica, sendo o único onde as mulheres são proibidas de conduzir. Além disso, as mulheres têm de andar tapadas da cabeça aos pés e não podem sair do país sem autorização do marido. 

Estes fantoches islamitas acho eu que mentalmente ainda não se desenvolveram, estas mentes grosseiras e irreversíveis, pré históricas e subtérreas, esquecem-se que a humanidade vive num século que é o século 21, e não na idade do pedregulho como eles querem e desejam ver o mundo, no entanto ainda andam muitos atrás destes extravagantes por esse mundo fora, não sei porquê.

O que mais nos vai acontecer

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O que mais nos vai acontecer? São fogos vindos do céu, são roubos a quartéis militares, falta de médicos para garantir a saúde aos seus cidadãos, falta de educação desses mesmos cidadãos, pouca inteligência, muita aberração, pouca gente séria, maus governantes, impostos muito caros, pouco emprego, muitos malucos, vive-se em democracia palaciana, temos um turismo de pé descalço, muitas festas, uma economia miserável, pede-se dinheiro para poder-mos sobreviver, uma diferença muito grande entre ricos e pobres, uns têm muito e outros nada têm, as elites em tudo mandam, o povo vive quase em modos medievais, posto isto, o que mais nos vai acontecer? Esperamos que Deus um dia olhe por nós! Porque por este caminho depressa iremos chegar ao abismo

17/07/2017

Eu é que me sinto em minoria, perante as minorias


Os ciganos vivem quase exclusivamente de subsídios do Estado Recentemente disse que somos demasiado “tolerantes com algumas minorias”. De que minorias falava?
Vou-lhe ser muito direto: eu acho, e Loures tem sentido esse problema, que estamos aqui a falar particularmente da etnia cigana. É verdade que em Loures há mais, com uma multiculturalidade grande, mas em Portugal temos uma cultura com dois tipos de coisas preocupantes: uma é haver grupos que, em termos de composição de rendimento, vivem quase exclusivamente de subsídios do Estado, outra é acharem que estão acima das regras do Estado de direito. 
Cumprir com as regras de habitação social. Eu tenho imensos relatos em Loures de situações em que são ocupados imóveis ilegalmente e a câmara nada faz para os tirar de lá. Porquê? Porque seria racismo e xenofobia. Mas não é racismo, é fazer cumprir a lei. Você vai à Quinta da Fonte a qualquer hora do dia e vê pessoas a ocupar o espaço público no meio da rua. Nos transportes públicos é a mesma coisa: vários munícipes queixam-se de pessoas de etnia cigana que entram nos transportes, usam os transportes e nunca pagam, e ainda geram desacatos. Quem está a pagar isso somos todos nós. 

Afinal em que ponto estamos? Não sei se vive num país que dizem que é democrático, se vive numa democracias das minorias ou da maiorias, nos dias que correm acho que quem está em minoria é a maioria, porque chamar preto a um preto é ser racista, chamar branco a um branco como eu não é coisa nenhuma, também deveria ser racismo, chamar cigano a um cigano idem, lá está o racismo em evidência, afinal em que ponto estamos?
Essas tais minorias de facto usam e abusam do crédito que lhes dão, os ciganos estão na Europa pelo que tenho lido há cerca de 800 anos, mas tal é a raça que ainda não se socializaram connosco, porquê? Tal não é a raça.
Os Pretos, desculpem lá, os negros a mesmíssima coisa, só de olhar-mos para eles suas Exª.s se ofendem, dizem-nos logo, ainda não viu um preto? É racista, é a resposta do prt. negro, se se lhe os corrigimos de alguma coisa, a palavra primeira é logo o racismo, ora merda para isto.
Falar com um cigano é impensável, são agressivos, são maus e poderosos, será que vivem num outro país que não o meu? Tenho muito medo deles, não arrisco qualquer dialogo com essa gente, aparecem às dúzias e a intenção é sempre o ataque, vivo com medo dessa gente.
Os negros idem, são um pouco mais moderados, mas muitos deles deixaram ainda a civilização na savana, e temos visto o que se tem passado neste país, não é pouco.
O André, tudo o que ele disse eu subscrevo, não tenho nada contra ninguém, nem contra as minorias nem contra as raças ou seja o que for, mas quem se sente hoje em minoria são os verdadeiros portugueses, os tais brancos, será que também vamos ter que chamar de racismo a que nos chamar de brancos? Digam-me lá como é que devemos nos intitular para nos indentificar-mos? Será que devemos pedir que nos chamem de caucasianos? E os pretos sabem o que isso é? E os ciganos? Ai esses, que Deus nos valha, porque por este andar um dia destes estão a nos governar, e como vai ser? Que Deus nos valha! Por isso, cada um no seu lugar, nos seus países e nas suas culturas, caso contrário isto vai tornar-se muito difícil para nós, os tais brancos, mas que racismo, branco, eu não sou preto, sou branco por isso não me incomoda nada.

13/07/2017

Trabalhadoras retidas e forçadas a trabalhar, em Portugal!


Trabalhadoras vindas da Madeira e de outras zonas do país estão retidas no Pestana Algarve Race, no Autódromo Internacional do Algarve, e estão a ser forçadas a limpar cerca de 30 apartamentos por dia sob ameaças de despedimento.
As quatro trabalhadoras que vieram da Madeira, com as viagens de avião pagas pela empresa, foram ontem ameaçadas de despedimento e de ficarem sem alojamento por não terem conseguido concluir todos os apartamentos. Uma das trabalhadoras queixa-se que precisa de comprar medicamentos e que não lhe é facultado o transporte para ir à farmácia. Estas trabalhadoras estão alojadas num apartamento do empreendimento sem as necessárias condições de habitação, sendo-lhes proibido levar comida para o apartamento nem lhes é permitido colocar a roupa na lavandaria.

 Ao ser verdadeiro este comunicado da CGTP resta-me mais uma vez repudiar este país e esta política, esta sim é que é fascista, não aquela que foi antes de 24 de Abril de 74.
 No passado antes do 25 de Abril isto nunca se passou, e não me venham dizer que se passava e não tinha-mos era informação, tinha-mos sim senhor, as pessoa nesse tempo não eram mudas nem surdas, e também sabiam escrever e ler, hoje sabem muito mais e têm mais informação e quem os defenda, mas existe a escravatura e toda esta escória de gente que tudo faz para explorar os mais desgraçados e necessitados, os trabalhadores portugueses.
Repudio toda esta gente que explora e escraviza pessoas, esta empresa que nem pestanas tem, nem olhos, é uma empresa? Ou um bando de salafrários e de abutres que explora gente desprotegida e pobre, que vergonha, onde está o Estado português? Onde estão os partidos políticos? Onde estão os deputados eleitos pelo povo? No fim, que país é este? Um país que eu repudio e do qual me envergonho de a ele dizerem que eu pertence. Fascismo, sim! Isto é que é fascismo! Trabalhadores, atenção! Não votem mais nesta gente que por vocês não olha e os despreza, e só apoia toda a escória exploradora portuguesa, em defesa do quê?

11/07/2017

Nesta questão da demografia devem existir muitos interesses


Apenas o concelho de Lisboa tem um número médio de crianças por mulher suficiente para garantir a renovação das gerações. O dado é divulgado pela Pordata, a base de dados estatísticos sobre Portugal da Fundação Francisco Manuel dos Santos, no Dia Mundial da População.
Desde 1982 que o país, como um todo, tem um índice sintético de fecundidade abaixo dos 2,1, o nível mínimo avaliado pelos especialistas como suficiente para ir substituindo as gerações nos países mais desenvolvidos.

Eles não estão preocupados com os nascimentos, eles estão preocupados é se no futuro vão ter um número de escravos para que eles possam explorar.
Um filho? Tenham eles! Nos dias que correm e neste país dar um filho a este mundo, já pensaram? Ma não é isso que eu vejo, a falta de filhos, vejo-os por aí aos milhares como nunca os vi, ainda mais? Lá está o interesse deles, é o que eu digo, são os interesses.
Estavam habituados a que as famílias portuguesas os tivessem à dúzias como no antigamente, essas mentalidades foram acabando, e agora aí Jesus que os nossos meninos não vão poder dispor de mão de obra barata, de sopeiras, criadas de servir, moços de recados, etc, é esta a preocupação deles.
Há vários países que têm populações que são metade da nossa e até menos, e porque será que são muito ricos e vivem que nem uns lordes, porque será? São as mentalidades.
Querem moços e moças, mandem-nos vir aqui de bem perto, ali ao sul, aqueles rapazes escurinhos. façam um embarque deles, eles reproduzem-se em quantidade, como os coelhinhos, já por aí há muitos, é isso que querem? Então força, já por aí há exemplos, é cada ano um, que bom, assim garantem o vosso futuro, só que quando a quantidade for em excesso o vosso futuro terá futuro? Os nosso filhos estão actualmente cheios de futuro, temos visto, não temos? Emigram todos os dias, tenham vergonha na cara ou então metam uma mascara, arranjem-nos futuro e com qualidade de vida, e então aí peçam filhos ao povo, mas com peso conta e medida..............., não abusem!