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02/08/2018

AFINAL EXISTE O REINO DO ALGARVE!!!!!!!!!!!

AFINAL EXISTE O REINO DO ALGARVE!!!!!!!!!!!


Porque razão o Algarve foi um Reino até 1910?

Até 1910, o chefe de Estado em Portugal ostentava o título de Rei de Portugal e dos Algarves, D'Áquem e D'Álem Mar em África, etc. Nesse mesmo ano, após o golpe de Estado republicano, foi abolido o Reino de Portugal, mas curiosamente, por lapso, não aboliram o Reino do Algarve, pelo que, presumivelmente, ainda estaria na ordem constitucional actual.
Sendo o Algarve uma província assumidamente portuguesa pelo menos desde o reinado de D. Afonso III, porque motivo nunca foi incluído formalmente no Reino de Portugal?

O Al-Gharb dos muçulmanos não era só o Algarve com as fronteiras de hoje. O Al-Gharb de Al-Andalus ia desde Coimbra (Kulūmriyya) até às fronteiras do Algarve dos dias de hoje. Já naquela altura o Algarve era um reino, aliás Silves (Xelb) era a capital desse reino e o Algarve islâmico da época atingiu um elevado esplendor cultural e económico que já vinha a crescer desde a época romana.
A grande conquista cristã que a história de Portugal nos conta quebra com a realidade do que era o Algarve da altura, e com o que realmente aconteceu. Durante mais de cinco séculos (c. 711-1249), sobre o domínio dos povos islâmicos, árabes e beberes, também o cristianismo existia entre a população do Algarve. Durante séculos viveram moçárabes e cristãos sob governos muçulmanos.

D. Afonso I (primeiro rei de Portugal), nunca chegou a pisar as terras do Algarve de hoje, foi seu filho, D. Sancho I que em 1189 conquistou Silves e proclamou-se como Rei de Silves e do Algarve, no entanto perde Silves para os árabes em 1191, perdendo também o título. Conseguimos perceber que existia interesse por parte dos reis na conquista (reconquista), pela simples razão de aumentar o seu reino, mas a ordem da conquista era dada pelos Papas, e os portugueses matavam em nome de Deus.
Foram preciso cinco Reis portugueses e a ajuda dos Cruzados para, por mais de um século de guerras conquistarem o Al-Gharb aos muçulmanos, desde 1139 até 1249 (Cento e dez (110) anos). Mesmo, desde 1189 da conquista da grande Cidade de Silves por D. Sancho I, até 1249 da conquista de D. Afonso III, foram precisos setenta e oito anos (78 anos) para conquistar as fronteiras do Algarve de hoje (passaram as passas do Algarve).

Depois de o Rei de Leão e Castela conquistar Sevilha em Novembro 1248, fez com que D. Afonso III tomasse a decisão de lançar a última ofensiva a sul. Ambos os Reis, de Espanha e Portugal cobiçavam estas terras ricas do Al-Gharb. Na primavera de 1249 chegam as tropas portuguesas à cidade costeira de Santa Maria de Faro. Não houve ataques, nem invasões sangrentas. D. Afonso III fez apenas um acordo com os mouros estabelecendo o seguinte: deu-lhes as mesmas leis em todos os assuntos, podiam ficar com as suas casas e seus patrimónios e o Rei prometeu, defende-los e ajuda-los contra outros povos invasores. Os que quisessem ir embora poderiam ir livremente e levar seus bens. Os cavaleiros mouros que permanecessem tornar-se-iam seus vassalos, e respondiam quando fossem chamados, e o Rei devia trata-los com honra e misericórdia.
Foi desta forma que D. Afonso de Portugal e do Algarve “atacou” Faro. No final de 1250, os últimos bastiões muçulmanos, em Porches, Loulé e Aljezur rendem-se e aceitam a aliança portuguesa (não é por nada que ainda hoje existe nos brasões das cidades algarvias um rei cristão (D. Afonso III) e um muçulmano).
Os autores e historiadores contemporâneos portugueses desvalorizaram sempre os registos da verdadeira reconquista, fazendo com que a história ficasse marcada por uma brava e vitoriosa conquista portuguesa, por mouros que fugiram, e banhos de sangue (uma história pouco verdadeira). Os Reis espanhóis consideravam que o Reino do Algarve lhes pertencia por o Rei do Al-Gharb, Musa ibn Mohammad ibn Nassir ibn Mahfuz, Amir de Nieba, ter feito vassalagem ao Rei D. Afonso X de Espanha. D. Afonso III casou-se com a filha do Rei de Espanha Dona Beatriz de Castela em 1253 com a intenção de criar um laço de aliança (mesmo casado com Dona Matilde de Bolonha). Só em 1267, com o Tratado de Badajoz D. Afonso X de Leão e Castela concede ao Rei de Portugal o Reino do Algarve, fazendo de seu neto D. Dinis o herdeiro do Trono do Algarve.
D. Dinis em 1293 criou uma bolsa dos mercados com interesse pelas exportações. Vinho e frutos secos do Reino do Algarve eram vendidos à Bélgica e à Inglaterra, foi assim que começou a desenvolver-se a ideia para os descobrimentos.

Em 1415 os infantes de Portugal invadem a cidade de Ceuta com a mesma visão da “reconquista”, mas com mais motivos. As conquistas no norte de África fez com que o Reino do Algarve, passasse a ser chamado, a partir de 1471 como Reino dos Algarves, e o primeiro rei a o usar o título foi o Rei D. Afonso V de Portugal e dos Algarves, d’Aquém e d’Além-Mar em África. Não é que existisse dois Algarves, mas apenas um, com dois territórios (o de cá, e o de lá do mar). O que existia na verdade era apenas uma expansão do Reino do Algarve para além do mar, já que o Reino de Portugal acabava no Alentejo.
O Reino do Algarve na história de Portugal é quase inexistente, a maioria dos algarvios e portugueses nunca ouviram falar deste reino. Há autores que dizem que o Reino do Algarve em nada se diferenciava do resto de Portugal mas não é assim tão verdade. É certo que as leis de Portugal serviam para o Algarve mas não deixava, e não deixa de ter, outros hábitos e outros costumes, outras tradições, fazendo desta terra um grande espólio multi-cultural que não há igual, em nenhuma outra terra em Portugal.
O Reino do Algarve não era um reino autónomo é verdade, era semi-autónomo separado pela serra algarvia, separado por vontade dos próprios réis portugueses (nomeando sempre um governador para este Reino régio), separado por uma aliança com os cidadãos algarvios e réis de Castela. Dizem certos autores que nenhum rei português foi coroado ou saudado como sendo apenas Rei do Algarve, é verdade, no entanto os próprios Reis portugueses quiseram que continuasse a ser um outro reino à parte, e estes autores esquecem-se ainda que quem fundou o Reino do Algarve não foram os réis portugueses. A única vez que o Reino do Algarve foi abolido foi em 1773 por D. José I (influências do Marquês de Pombal), mas a sua filha, a Rainha Dona Maria I volta a o restaurar.

O Reino do Algarve englobava todos os territórios africanos dos réis. Também podemos olhar para a ilha da Madeira como parte desse reino, ainda mais por D. Duarte ter doado a seu irmão o Infante D. Henrique (Governador do Reino do Algarve), o arquipélago da Madeira. Sendo extremamente irónico a ilha Madeira hoje ser uma região autónoma (ou semi-autónoma) e o Algarve não. O que sempre existiu em Portugal foi um Reino Unido de Portugal e Algarve tal como acontece ainda hoje na Grã-Bretanha, com Inglaterra, País de Gales, Escócia e Norte da Irlanda, unidos. Mais tarde em 1815 também o Reino do Brasil fazia parte desse reino unido (no entanto é proclamada a independência do Brasil em 1822).
Os Reis de Leão e Castela (Espanha) também usaram títulos como Reis dos Algarves, aliás, ainda hoje isso acontece. O Rei Filipe VI é o Rei dos Algarves pela constituição monárquica espanhola de 1978.
Em 1910 com o golpe de estado por parte dos republicanos, dá-se a proclamação da 1ª República portuguesa, em que se aboliu o Reino de Portugal. Os republicanos portugueses no entanto esqueceram-se de abolir o Reino do Algarve.






14/07/2018

As imagens não enganam, são como o algodão


As redes sociais animaram-se com as imagens de um líder europeu "bêbado", mas a Comissão apressou-se a desmentir. "Não é verdade", disse fonte comunitária citada pelo jornal digital "Politico", esclarecendo que Juncker sofre de ciática, uma dor incapacitante ao fundo das costas que prende a perna e causa problemas de locomoção.

Não estava bêbado, claro que o Sr. não estava, não estava são, porque tinha uma dor ao fundo das costas, não coincide a bota com a perdigota, primeiro foi uma ciática, depois foi uma dor ao fundo das costas, no fim o que pode dar a seguir é uma forte dor de cabeça, depois da ressaca é o que aparece.
Porquê que não dizem a verdade, mais uma vez a fazerem o Zé povo de ignorante, nunca vi uma dor ao fundo das costa dar tanta alegria, nem uma ciática, e ainda, uma ciática não dá desequilíbrio, quando ela é forte nem com xarope passa, xarope como mostra a imagem, Made in Alentejo.
Quem não gosta de uma boa pinga e de uma boa companhia? Viam-se muitos sorrisos, será que as dores de costas ou dores ciáticas dá para se fazer humor e dizer-se umas graças, se calhar nos ares de Bruxelas.........., não enganem o povo por favor........., digam antes que foi um descuido............, e pronto o Sr. está desculpado, só que não fica bem!..............., o que pensa o povo? Provavelmente pensará que é governado por umas pessoas que gostam de uma boas pingas e de uns bons almoços, e quando é o povo a pagar ainda sabe melhor. Esta UE................

04/07/2018

Europa, o que pretendem fazer de ti?


Não é por acaso que o globo terrestre é possuidor de 5 continentes, um dos quais é a Europa, como todos sabemos este velho continente é o pai da civilização moderna, não foi o pioneiro noutras matérias, mas olhando à sua história tem muitas virtudes nos valores da humanidade quer se gosto ou não, ajudou a criar novos mundos, chegou a lugares onde a humanidade era na época quase que seres ainda muito pouco humanizados, etc.
A Europa desenvolveu-se e ajudou a desenvolver outros habitantes do globo, criou riqueza, riqueza essa que a distribuiu com outras culturas, nomeadamente em África onde colonizou a totalidade do seu território, se o fez bem ou mal, fé-lo, os seus nativos desenvolveram-se, educaram-se e levou-os a que passados tempos e conseguidos alguns conhecimentos acharam por bem escorraçar os colonos europeus e assumirem as suas independências, só que passados 60 anos esses mesmos africanos não conseguiram chegar ao paraíso, da riqueza e da vida digna que um ser humano merece e deve ter, mas Europa caminha e progrido mesmo sem os seus ex territórios africanos, enquanto que os africanos continuam a marcar passe e a recuar para o abismo da miséria e de volta à escravatura.
Posto tudo isto e a olhos vistos os nativos ao sul da Europa (africanos) vêm naqueles que eles tanto ainda odeiam (europeus) uma forma de salvação, e assim, chegam ao paraíso centenas desses mesmos nativos africanos à procura do paraíso europeu, mas a Europa não pode e nem deve aceitar este grande número de migrantes africanos, primeiro porque não são refugiados de um mal qualquer, e porque segundo se diz e tudo indica são máfias que traficam tais pessoas com as promessas de que a Europa lhe pode dar o céu, o que não é verdade.
A continuar assim a Europa deixará de ter futuro, não venham os malabaristas da política europeia e os grandes defensores dos direitos humanos querer impor ao europeus aquilo que eles não querem, e não querem porque corremos certos perigos, e tem-se visto o ódio com que eles nos atacam, seja por etnia, seja por religião ou por outras razões.
A raça negra na sua maioria não gosta de nós! A raça negra está presente por necessidade e por interesse, as suas mais valias que nos possam trazer são nulas, eles pensam de forma diferente do europeu, eles são diferentes, etc, etc.
Posto isto, não nos queiram estragar o nosso velho continente, existem muitos europeus a viverem com níveis de pobreza elevada e os tais malabaristas da política europeia dizem não conseguir resolver, e vão resolver a pobreza extrema destes que nos procuram? Não! Se possível ajudem-nos nos países deles cá dentro não! Se não são capazes de sobreviverem como independentes então que se volte a colonizar de novo o continente africano! Agora fazer da Europa uma terra que não se sabe o que é não e nunca. A Europa é do europeus! Não aceito tal ocupação!

03/07/2018

Um plano secreto para um funeral


Diz o  Jornal I que as mais altas entidades britânicas juntaram-se numa reunião para acertar os detalhes do Protocolo das exéquias fúnebres de Isabel II, que já tem 92 anos.

É a figura principal do Estado do Reino Unido, mas se tivesse essa possibilidade gostaria de questionar sua Majestade o que pensa ela desta reunião uma vez que ainda se encontra em pleno estado de saúde física e mental e a desempenhar o seu papel de chefe de Estado.
Será que a dita senhora ficará bem disposta? Não estará ela por dentro do que vais ser um dia o seu funeral? Tal como qualquer cidadão comum que nunca se sabe como e quando se morre? Será isto a tal mentalidade britânica? Resumindo, não sei qual o adjectivo para este acto secreto, e secreto, se é secreto é porque não querem que a Srª. saiba, não é muito comum, só se for para os britânicos.

Atualizado e sem qualquer diferença, Portugal não mudou...


Um labirinto que não se sabe por onde se entra e por onde se sai


Só pergunto isto, mas isto é um Estado de um país? Eu acho que não! É um labirinto que nunca se sabe por onde se entra e por onde sai, mas outra.........., ainda anda por aí um senhor que esteve cerca de trinta anos no poder e sempre no topo, como, Ministro das Finanças, Primeiro Ministro e Presidente da Republica, não terá aqui a sua grande quota parte? Claro que tem! Houve em tempos quem dissesse que foi o pai do monstro. Não esquecendo os seus sucessores como é evidente, foram todos mas mesmo todos muito bons, um Estado de uma nação não é isto, mas é isto que temos como diz o povo, só que o povo nada tem feito para derrubar este monstro, continua a sustenta-lo com as suas fraquezas mentais e físicas.