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23/09/2017

O povo geme nos hospitais públicos

O Governo quer avançar com um período mínimo de fidelização ao SNS para os médicos que terminam a especialidade.
Tem de haver um período mínimo de fidelização ao serviço público para compensar o facto de, nós todos, termos feito esse investimento.
Tem de haver um período mínimo de fidelização ao serviço público para compensar o facto de, nós todos, termos feito esse investimento. Ou então tem de haver o uma compensação do Estado, porque investiu numa formação pós-graduada cara, exigente, qualificada e é justo que peça uma contrapartida”, diz o ministro da Saúde.

Só agora Sr. Ministro, eu que não sou ninguém e sou apenas um contribuinte que tem contribuído para que estes Sr.s Dr.s tenham uma profissão de luxe e dela a população precisa, não está certo que estes Sr.s médicos depois de terem o canudo na mão se borrifem para o povo que lhes pagou o curso (profissão) para migrarem para o privado, onde quem tira partido dessas mais valias são os que podem pagar e os que exploram a medicina privada, deixando o povo gemendo e morrendo nos corredores dos hospitais públicos.
Já há bastantes anos que eu venho defendendo essa causa, que os médicos uma vez formados pelas escolas públicas devem ser obrigados a trabalhar nos serviços públicos até que os custos da formação estejam pagos ao Estado, (ao povo).
É muito cómodo a papinha feita, sem custos, sem outras complicações, isto para o privado que retira as mais valias que devem pertencer ao Estado, ou seja a saúde pública.
Espero que esta ideia não caia em saco roto, como no geral ou quase tudo cai, sempre que o interesse seja para os Zés e para as Marias deste país de especuladores.
Não se esqueça Sr. Ministro! Avance e depressa, porque este povo está doente e carece de médicos, não nos deixe morrer, porque este país não só de uns quantos, é de todos! Ou deveria ser!

17/09/2017

Correctamente hipócrita


Nos dias que correm fico cada vez mais a pensar se o correcto é ser-se hipócrita ou se é ser-se correctamente reto.
Correctamente reto significa ser-se indesejado, porque a maioria é correctamente hipócrita, esses os hipócritas são os meninos de bata branca que são considerados os bons alunos e os que estão e são bem vistos, claro, porque são hipócritas, não dizem o que pensam, pensam no que dizem, e pensam no que dizem para não serem os correctamente correctos.
A mascara da hipocrisia está  vestida em muito boa gente, veja-se nos dia que correm e nas actuais tecnologias a forma como elas escrevem e comentam nas redes sociais, é Facebokianamente correcto colocar por lá os passeios que dão, os almoços que comem, os santinhos padroeiros, nunca dizer não ao que não concordam, enfim a isto digo apenas que isto é hipocrisia, mas é correctamente reto.
Mas não será isto isto uma mentalidade tuga? Certamente que sim, por isso se diz assim, dizer que sim não custa nada, ao menos todos ficam satisfeitos contigo, e és sempre bem vindo e considerado educado, eu então como não sou hipócrita e gosto de dizer o que penso sou um mau aluno, mas como me estou cagando para os hipócritas continuo como nasci, nu, o resto quero que se .................

05/09/2017

Mais portugueses, menos britânicos, quer dizer


Turismo no Algarve A tendência nos últimos anos foi a dos turistas nacionais escolherem ficar em casa de familiares ou de amigos ou em habitações arrendadas, mas os números de Agosto não mentem.
Voltámos a recuperar após mais de um ano a subida dos nacionais nos empreendimentos turísticos classificados", diz o presidente da AHETA. Elidérico Viegas lembra que este é um bom sinal já que é no mês de agosto que o mercado português tem maior expressão.
O Brexit e a descida da libra parecem ser os culpados e os hoteleiros consideram que é necessário encontrar alternativas, nomeadamente apostando em segmentos com maior poder de compra para manter o share no mercado inglês.

Afinal no que ficamos? Ficamos que perdemos a qualidade a favor da chinelada e do chulé português, culpam o Brexit pela descida do verdadeiro turismo inglês, alemão e outros vindos da Europa, não é o Brexit o culpado, a culpa é que o verdadeiro turista e o turista de qualidade deixou de frequentar o Algarve, e em particular o Barlavento algarvio, a tal qualidade que havia nos anos 60 e 70 desapareceu com a vinda do pseudoturista Tuga, e porquê? Porque o Tuga com algum dinheiro frequenta os hoteis e aparthotéis, os Tugas sem dinheiro e os de chinelo de plástico, que são a maioria, são os tais que frequentam as tais moradias, (apartamentos particulares) denominados segundo a nova lei traidora, de, alojamento local, e são estes que têm saturado o Algarve turístico, com a sua má qualidade, porque são em tão grande abundância que saturam os que por cá poderiam deixar algum dinheiro, como sempre foram os turistas ingleses, os nórdicos, etc.
A balburdia é tanta que isto mais parece uma feira medieval, sem regras, sem higiene, sem respeito, sem ao fim e ao cabo sem o mínimo de qualidade, que esta gente Tuga não tem.
Foi o que pretenderam, estragar, estragar o que era muito bom, estragar a boa qualidade de vida que os algarvios tinham, para recompensar uns imbecis que são proprietários de uma simples fracção de um prédio em regime de propriedade horizontal fazendo-a em aparthotél, uma vergonha o que aqui se passa, ora, os ingleses e outros não gostam disto, querem descanse, querem um pouco de sossegue, e quereem também divertir-se como faziam em décadas anteriores, e com esta portuguesada que não os deixa em paz esta é a única razão para que eles para cá não venham, ou vêm muito pouco, é a razão para que os bons e verdadeiros turistas não se aproximem.
Onde estão os turistas de grande qualidade como eram os nórdicos? Não estão por cá, por cá estão os tugas de pé descalce, com cheiro a sulfato e de T-shir ao ombro, Assim não! Um Algarve para os verdadeiros turistas e não um Algarve para os pés descalces, só com qualidade se pode ganhar dinheiro com esta actividade sazonal onde muitos lhe chamam de indústria, esta é outra..............

01/09/2017

Os homens requisitam-se, o material custa dinheiro



Na sequência das queixas de alimentação deficiente dada aos bombeiros nas pausas do combate às chamas, Rui Silva, presidente da Associação Nacional de Bombeiros Voluntários, afirma ao jornal Público que há verbas atribuídas à alimentação dos bombeiros que são muitas vezes canalizadas para fins operacionais como a compra de equipamentos e outras necessidades das corporações.

É triste, mas parece que isto está enraizado na deplorável e estúpida mentalidade destes energúmenos portugueses que comandam as instituições portuguesas, esta prática de desprezarem a parte humana é infelizmente desprezável, porque em primeiro lugar está sempre o interesse material no lugar do interesse humano.
Os homens requisitam-se, o material custa dinheiro, esta era uma frase que circulava no território Moçambicano, frase que era dita por um senhor que em determinada época era governador deste território quando ainda português, segundo ele, quando havia algo que acontecia às tropas portuguesas, a primeira pergunta era assim, o que se passou? Respondia o subordinado, tantos homens mortos, tantos homens feridos, retorquia o energúmeno superior, os homens requisitam-se, o material é que custa dinheiro.
Assim vai a mentalidade portuguesa que mesmo em democracia e onde se fala tanto em direitos humanos esses mesmos direitos continuam sempre em terceiro lugar em desfavor dos interesses humanos. Uma vergonha, mas é esta a mentalidade tuga, que continua com a mentalidade mediaval e desumana, porque quando se retira a alimentação a um ser humano em quantidade e qualidade é pior que tudo o resto, os responsáveis por isto no fim ainda vão levar um louvor, no lugar de terem o castigo, que seria, serem tratados da mesma forma, que seria andarem a apagar fogos e a comerem da mesma qualidade e da mesma quantidade, mas eu dava-lhes ainda mais um pouco de comer.........., a ver se as mentalidades medievais mudavam.
Se tivesse oportunidade de comunicar com um energúmeno destes, chamava-lhe apenas um nome, grande santo!

25/08/2017

A verdadeira causa não é essa, não mascarem


Somos mais misturados do que os povos do resto da Europa, devido à nossa proximidade a África e por estarmos no Grande Mediterrâneo, uma zona imensa de migrações ao longo do tempo - fenícios, gregos, romanos. E há também o papel de Portugal nos Descobrimentos, que fez entrar linhagens da África subsariana.
As alterações climáticas estão a abrir a porta dos países não tropicais ao mosquito da febre da dengue.

Não mascarem a verdade, serão só as alterações climáticas a verdadeira causa para a possibilidade de os países não tropicais abrirem as portas ao mosquito de febre de dengue? Será? Então e o grande fluxo de gente que para esta Europa vem oriundos de países africanos e sul americanos? Não há nada a dizer? Olhem lá, ou é mais tolerante dizer antes que são as alterações climáticas, assim não se pode culpar aqueles que os autorizam e os acarinham nesta Europa, é antes a mascara da mentira que tapa a verdade, conveniências para se alguma vez isso acontecer os culpados não virem a lume e serem culpabilizados de os deixarem entrar, entrar? Quem? Os africanos e brasileiros que aqui chegam em grande massa, e nas suas bagagens e outras não se fazem transportar com o mosquito que provoca a febre? Olhem lá..............., deixem a Europa para os europeus porque um dia destes nem neste paraíso podemos viver, a Europa é nossa, dos europeus e não daqueles que dos europeus não gostam e que fizeram o favor de nos enxotar de África e da América Latina, e agora pretendem estar presentes neste território de 1ª.classe, por isso não o queiram destruir, por favor, e não mascarem uma possível verdade.

23/08/2017

ALGARVE - Porque não nos deixam seguir o nosso caminho?


Apenas quatro médicos aceitaram ir reforçar os cuidados hospitalares no Algarve durante o verão, através do programa de mobilidade especial, lançado pelo Ministério da Saúde este ano pela segunda vez. Mas a medida voltou a ter um impacto reduzido, ainda menor do que em 2016, quando sete médicos aceitaram a mobilidade para aquela região entre junho e setembro - período em que se estima que a população passe dos 500 mil habitantes para mais de 1,5 milhões.
Segundo o presidente do conselho de administração do Centro Hospitalar do Algarve (CHA), que integra os hospitais de Faro e de Portimão, os quatros médicos estarão na região em julho e agosto, devendo ficar até meados ou final de setembro. Joaquim Ramalho disse ao DN que os profissionais vieram de Lisboa, Viseu, Bragança e Açores e são especialistas de anestesia, ortopedia, neurologia e medicina geral e familiar. Só quatro clínicos não cobre as necessidades da região , ainda mais no verão, quando a população triplica. "Temos nestas áreas prestações de serviço ao longo de todo o ano", argumenta Joaquim Ramalho, não esperando mais ninguém pela mobilidade até final de setembro: "O regime foi noticiado no início do verão e quem estava interessado e tinha disponibilidade já a manifestou".

Mais uma vez pergunto porque não nos deixam seguir o nosso caminho? Sou algarvio e com todo o orgulho, mas ao longo da minha vida sempre senti a discriminação e o desprezo por parte da potência que diz que o Algarve também é Portugal, mas é Portugal para quê? Para aqui se virem lavar no verão e sempre que lhes apetece desfrutarem desta beleza que esta terra possui.
Ao contrário desprezam-nos e humilham-nos, como se de uma colónia africana do século passado se tratasse.
O Algarve é na minha opinião nada mais nada menos que uma região que para os portugueses é visto de forma madrasta, é hoje e foi sempre, e se algo mudou foi derivado à estada de outras pessoas oriundas de alguma regiões da Europa das quais estes portugueses têm algum respeito, nomeadamente os ingleses, se não fossem esses e outros ainda estaria-mos muito piores e mais desprezados e humilhados.
No campo da saúde é triste viver-mos ao completa abandono, as infraestruturas de outros sectores são de rudimentar eficácia, e se algumas existem é derivado ao sector privado dedicado ao turismo, de onde os portugueses dizem que é o ouro português, português não, algarvio sim.
Posto tudo isto, sinto-me colonizado e explorado, sinto-me mal tratado, sinto-me humilhado e abandonado por estes portugueses que não nos respeitam e não nos tratam de igual modo e da mesma forma com que tratam as outras regiões, onde tudo fazem e pouco falta.
Mais digo e repito, porque não nos dizem para seguir-mos o nosso caminho? Se nós não interessamos como povo e como região deixem-nos procurar quem nos queira e quem nos possa tratar como um povo idóneo e não como um pouco que só serve para explorar e para colonizar.
Não aceito este trato! E digo! Sou algarvio, português? Serei ou não.............