Escutas tramam três juízes nos vistos gold O telefonema partiu do juiz Vaz das Neves, presidente do Tribunal da
Relação de Lisboa, e visava meter uma ‘cunha’ ao líder do Instituto dos
Registos e Notariado (IRN). Pediu-lhe que facilitasse o registo do nome
de um filho de amigos em mirandês. Durante a chamada, de 32 minutos,
António Figueiredo queixouse de estar a ser investigado pela PJ por
corrupção na atribuição de vistos dourados – mas ouviu o desembargador
oferecer-lhe “toda a solidariedade pessoal e institucional
Cunha para vender casa e ‘varrimento’
Carlos Alexandre remeteu para o Supremo uma informação sobre o
desembargador Antero Luís, hoje colocado na Relação de Lisboa e que foi
apanhado numa escuta com António Figueiredo a pedir ao presidente do IRN
que arranjasse comprador – imigrantes chineses candidatos a vistos
dourados em troca de investimentos superiores a 500 mil € – para casa de
um amigo, em Leiria. Também o juiz Horácio Pinto, agora na Relação de
Guimarães, é alvo de queixa: era diretor do SIS quando, em plena
investigação da PJ, há uns meses, dirigiu um ‘varrimento’ de escutas no
IRN para ajudar Figueiredo. pdf Correio Manhã Fonte: ASJP
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