02/08/2018

AFINAL EXISTE O REINO DO ALGARVE!!!!!!!!!!!

AFINAL EXISTE O REINO DO ALGARVE!!!!!!!!!!!


Porque razão o Algarve foi um Reino até 1910?

Até 1910, o chefe de Estado em Portugal ostentava o título de Rei de Portugal e dos Algarves, D'Áquem e D'Álem Mar em África, etc. Nesse mesmo ano, após o golpe de Estado republicano, foi abolido o Reino de Portugal, mas curiosamente, por lapso, não aboliram o Reino do Algarve, pelo que, presumivelmente, ainda estaria na ordem constitucional actual.
Sendo o Algarve uma província assumidamente portuguesa pelo menos desde o reinado de D. Afonso III, porque motivo nunca foi incluído formalmente no Reino de Portugal?

O Al-Gharb dos muçulmanos não era só o Algarve com as fronteiras de hoje. O Al-Gharb de Al-Andalus ia desde Coimbra (Kulūmriyya) até às fronteiras do Algarve dos dias de hoje. Já naquela altura o Algarve era um reino, aliás Silves (Xelb) era a capital desse reino e o Algarve islâmico da época atingiu um elevado esplendor cultural e económico que já vinha a crescer desde a época romana.
A grande conquista cristã que a história de Portugal nos conta quebra com a realidade do que era o Algarve da altura, e com o que realmente aconteceu. Durante mais de cinco séculos (c. 711-1249), sobre o domínio dos povos islâmicos, árabes e beberes, também o cristianismo existia entre a população do Algarve. Durante séculos viveram moçárabes e cristãos sob governos muçulmanos.

D. Afonso I (primeiro rei de Portugal), nunca chegou a pisar as terras do Algarve de hoje, foi seu filho, D. Sancho I que em 1189 conquistou Silves e proclamou-se como Rei de Silves e do Algarve, no entanto perde Silves para os árabes em 1191, perdendo também o título. Conseguimos perceber que existia interesse por parte dos reis na conquista (reconquista), pela simples razão de aumentar o seu reino, mas a ordem da conquista era dada pelos Papas, e os portugueses matavam em nome de Deus.
Foram preciso cinco Reis portugueses e a ajuda dos Cruzados para, por mais de um século de guerras conquistarem o Al-Gharb aos muçulmanos, desde 1139 até 1249 (Cento e dez (110) anos). Mesmo, desde 1189 da conquista da grande Cidade de Silves por D. Sancho I, até 1249 da conquista de D. Afonso III, foram precisos setenta e oito anos (78 anos) para conquistar as fronteiras do Algarve de hoje (passaram as passas do Algarve).

Depois de o Rei de Leão e Castela conquistar Sevilha em Novembro 1248, fez com que D. Afonso III tomasse a decisão de lançar a última ofensiva a sul. Ambos os Reis, de Espanha e Portugal cobiçavam estas terras ricas do Al-Gharb. Na primavera de 1249 chegam as tropas portuguesas à cidade costeira de Santa Maria de Faro. Não houve ataques, nem invasões sangrentas. D. Afonso III fez apenas um acordo com os mouros estabelecendo o seguinte: deu-lhes as mesmas leis em todos os assuntos, podiam ficar com as suas casas e seus patrimónios e o Rei prometeu, defende-los e ajuda-los contra outros povos invasores. Os que quisessem ir embora poderiam ir livremente e levar seus bens. Os cavaleiros mouros que permanecessem tornar-se-iam seus vassalos, e respondiam quando fossem chamados, e o Rei devia trata-los com honra e misericórdia.
Foi desta forma que D. Afonso de Portugal e do Algarve “atacou” Faro. No final de 1250, os últimos bastiões muçulmanos, em Porches, Loulé e Aljezur rendem-se e aceitam a aliança portuguesa (não é por nada que ainda hoje existe nos brasões das cidades algarvias um rei cristão (D. Afonso III) e um muçulmano).
Os autores e historiadores contemporâneos portugueses desvalorizaram sempre os registos da verdadeira reconquista, fazendo com que a história ficasse marcada por uma brava e vitoriosa conquista portuguesa, por mouros que fugiram, e banhos de sangue (uma história pouco verdadeira). Os Reis espanhóis consideravam que o Reino do Algarve lhes pertencia por o Rei do Al-Gharb, Musa ibn Mohammad ibn Nassir ibn Mahfuz, Amir de Nieba, ter feito vassalagem ao Rei D. Afonso X de Espanha. D. Afonso III casou-se com a filha do Rei de Espanha Dona Beatriz de Castela em 1253 com a intenção de criar um laço de aliança (mesmo casado com Dona Matilde de Bolonha). Só em 1267, com o Tratado de Badajoz D. Afonso X de Leão e Castela concede ao Rei de Portugal o Reino do Algarve, fazendo de seu neto D. Dinis o herdeiro do Trono do Algarve.
D. Dinis em 1293 criou uma bolsa dos mercados com interesse pelas exportações. Vinho e frutos secos do Reino do Algarve eram vendidos à Bélgica e à Inglaterra, foi assim que começou a desenvolver-se a ideia para os descobrimentos.

Em 1415 os infantes de Portugal invadem a cidade de Ceuta com a mesma visão da “reconquista”, mas com mais motivos. As conquistas no norte de África fez com que o Reino do Algarve, passasse a ser chamado, a partir de 1471 como Reino dos Algarves, e o primeiro rei a o usar o título foi o Rei D. Afonso V de Portugal e dos Algarves, d’Aquém e d’Além-Mar em África. Não é que existisse dois Algarves, mas apenas um, com dois territórios (o de cá, e o de lá do mar). O que existia na verdade era apenas uma expansão do Reino do Algarve para além do mar, já que o Reino de Portugal acabava no Alentejo.
O Reino do Algarve na história de Portugal é quase inexistente, a maioria dos algarvios e portugueses nunca ouviram falar deste reino. Há autores que dizem que o Reino do Algarve em nada se diferenciava do resto de Portugal mas não é assim tão verdade. É certo que as leis de Portugal serviam para o Algarve mas não deixava, e não deixa de ter, outros hábitos e outros costumes, outras tradições, fazendo desta terra um grande espólio multi-cultural que não há igual, em nenhuma outra terra em Portugal.
O Reino do Algarve não era um reino autónomo é verdade, era semi-autónomo separado pela serra algarvia, separado por vontade dos próprios réis portugueses (nomeando sempre um governador para este Reino régio), separado por uma aliança com os cidadãos algarvios e réis de Castela. Dizem certos autores que nenhum rei português foi coroado ou saudado como sendo apenas Rei do Algarve, é verdade, no entanto os próprios Reis portugueses quiseram que continuasse a ser um outro reino à parte, e estes autores esquecem-se ainda que quem fundou o Reino do Algarve não foram os réis portugueses. A única vez que o Reino do Algarve foi abolido foi em 1773 por D. José I (influências do Marquês de Pombal), mas a sua filha, a Rainha Dona Maria I volta a o restaurar.

O Reino do Algarve englobava todos os territórios africanos dos réis. Também podemos olhar para a ilha da Madeira como parte desse reino, ainda mais por D. Duarte ter doado a seu irmão o Infante D. Henrique (Governador do Reino do Algarve), o arquipélago da Madeira. Sendo extremamente irónico a ilha Madeira hoje ser uma região autónoma (ou semi-autónoma) e o Algarve não. O que sempre existiu em Portugal foi um Reino Unido de Portugal e Algarve tal como acontece ainda hoje na Grã-Bretanha, com Inglaterra, País de Gales, Escócia e Norte da Irlanda, unidos. Mais tarde em 1815 também o Reino do Brasil fazia parte desse reino unido (no entanto é proclamada a independência do Brasil em 1822).
Os Reis de Leão e Castela (Espanha) também usaram títulos como Reis dos Algarves, aliás, ainda hoje isso acontece. O Rei Filipe VI é o Rei dos Algarves pela constituição monárquica espanhola de 1978.
Em 1910 com o golpe de estado por parte dos republicanos, dá-se a proclamação da 1ª República portuguesa, em que se aboliu o Reino de Portugal. Os republicanos portugueses no entanto esqueceram-se de abolir o Reino do Algarve.






14/07/2018

As imagens não enganam, são como o algodão


As redes sociais animaram-se com as imagens de um líder europeu "bêbado", mas a Comissão apressou-se a desmentir. "Não é verdade", disse fonte comunitária citada pelo jornal digital "Politico", esclarecendo que Juncker sofre de ciática, uma dor incapacitante ao fundo das costas que prende a perna e causa problemas de locomoção.

Não estava bêbado, claro que o Sr. não estava, não estava são, porque tinha uma dor ao fundo das costas, não coincide a bota com a perdigota, primeiro foi uma ciática, depois foi uma dor ao fundo das costas, no fim o que pode dar a seguir é uma forte dor de cabeça, depois da ressaca é o que aparece.
Porquê que não dizem a verdade, mais uma vez a fazerem o Zé povo de ignorante, nunca vi uma dor ao fundo das costa dar tanta alegria, nem uma ciática, e ainda, uma ciática não dá desequilíbrio, quando ela é forte nem com xarope passa, xarope como mostra a imagem, Made in Alentejo.
Quem não gosta de uma boa pinga e de uma boa companhia? Viam-se muitos sorrisos, será que as dores de costas ou dores ciáticas dá para se fazer humor e dizer-se umas graças, se calhar nos ares de Bruxelas.........., não enganem o povo por favor........., digam antes que foi um descuido............, e pronto o Sr. está desculpado, só que não fica bem!..............., o que pensa o povo? Provavelmente pensará que é governado por umas pessoas que gostam de uma boas pingas e de uns bons almoços, e quando é o povo a pagar ainda sabe melhor. Esta UE................

04/07/2018

Europa, o que pretendem fazer de ti?


Não é por acaso que o globo terrestre é possuidor de 5 continentes, um dos quais é a Europa, como todos sabemos este velho continente é o pai da civilização moderna, não foi o pioneiro noutras matérias, mas olhando à sua história tem muitas virtudes nos valores da humanidade quer se gosto ou não, ajudou a criar novos mundos, chegou a lugares onde a humanidade era na época quase que seres ainda muito pouco humanizados, etc.
A Europa desenvolveu-se e ajudou a desenvolver outros habitantes do globo, criou riqueza, riqueza essa que a distribuiu com outras culturas, nomeadamente em África onde colonizou a totalidade do seu território, se o fez bem ou mal, fé-lo, os seus nativos desenvolveram-se, educaram-se e levou-os a que passados tempos e conseguidos alguns conhecimentos acharam por bem escorraçar os colonos europeus e assumirem as suas independências, só que passados 60 anos esses mesmos africanos não conseguiram chegar ao paraíso, da riqueza e da vida digna que um ser humano merece e deve ter, mas Europa caminha e progrido mesmo sem os seus ex territórios africanos, enquanto que os africanos continuam a marcar passe e a recuar para o abismo da miséria e de volta à escravatura.
Posto tudo isto e a olhos vistos os nativos ao sul da Europa (africanos) vêm naqueles que eles tanto ainda odeiam (europeus) uma forma de salvação, e assim, chegam ao paraíso centenas desses mesmos nativos africanos à procura do paraíso europeu, mas a Europa não pode e nem deve aceitar este grande número de migrantes africanos, primeiro porque não são refugiados de um mal qualquer, e porque segundo se diz e tudo indica são máfias que traficam tais pessoas com as promessas de que a Europa lhe pode dar o céu, o que não é verdade.
A continuar assim a Europa deixará de ter futuro, não venham os malabaristas da política europeia e os grandes defensores dos direitos humanos querer impor ao europeus aquilo que eles não querem, e não querem porque corremos certos perigos, e tem-se visto o ódio com que eles nos atacam, seja por etnia, seja por religião ou por outras razões.
A raça negra na sua maioria não gosta de nós! A raça negra está presente por necessidade e por interesse, as suas mais valias que nos possam trazer são nulas, eles pensam de forma diferente do europeu, eles são diferentes, etc, etc.
Posto isto, não nos queiram estragar o nosso velho continente, existem muitos europeus a viverem com níveis de pobreza elevada e os tais malabaristas da política europeia dizem não conseguir resolver, e vão resolver a pobreza extrema destes que nos procuram? Não! Se possível ajudem-nos nos países deles cá dentro não! Se não são capazes de sobreviverem como independentes então que se volte a colonizar de novo o continente africano! Agora fazer da Europa uma terra que não se sabe o que é não e nunca. A Europa é do europeus! Não aceito tal ocupação!

03/07/2018

Um plano secreto para um funeral


Diz o  Jornal I que as mais altas entidades britânicas juntaram-se numa reunião para acertar os detalhes do Protocolo das exéquias fúnebres de Isabel II, que já tem 92 anos.

É a figura principal do Estado do Reino Unido, mas se tivesse essa possibilidade gostaria de questionar sua Majestade o que pensa ela desta reunião uma vez que ainda se encontra em pleno estado de saúde física e mental e a desempenhar o seu papel de chefe de Estado.
Será que a dita senhora ficará bem disposta? Não estará ela por dentro do que vais ser um dia o seu funeral? Tal como qualquer cidadão comum que nunca se sabe como e quando se morre? Será isto a tal mentalidade britânica? Resumindo, não sei qual o adjectivo para este acto secreto, e secreto, se é secreto é porque não querem que a Srª. saiba, não é muito comum, só se for para os britânicos.

Atualizado e sem qualquer diferença, Portugal não mudou...


Um labirinto que não se sabe por onde se entra e por onde se sai


Só pergunto isto, mas isto é um Estado de um país? Eu acho que não! É um labirinto que nunca se sabe por onde se entra e por onde sai, mas outra.........., ainda anda por aí um senhor que esteve cerca de trinta anos no poder e sempre no topo, como, Ministro das Finanças, Primeiro Ministro e Presidente da Republica, não terá aqui a sua grande quota parte? Claro que tem! Houve em tempos quem dissesse que foi o pai do monstro. Não esquecendo os seus sucessores como é evidente, foram todos mas mesmo todos muito bons, um Estado de uma nação não é isto, mas é isto que temos como diz o povo, só que o povo nada tem feito para derrubar este monstro, continua a sustenta-lo com as suas fraquezas mentais e físicas.

20/04/2018

A constituição de 76 está de volta e o comunismo



 PS admite requisição de casas injustificadamente devolutas ou abandonadas.
Está na Constituição desde 76 a possibilidade de requisição de bens para interesse público.
Helena Roseta lembra que as pessoas têm direito [a ter casas vazias] mas quando há tanta necessidade, acho mais natural se uma casa não está a servir para ninguém possa ser requisitada mediante um pagamento justo durante um tempo para servir para alguém do que estar à espera não se sabe de quê ou de quem.

Posto isto, resta-me equacionar que estamos a viver num país onde a propriedade privada é uma utopia, e ao mesmo tempo pensar também que estamos num país da cortina de ferro, onde o Estado punha e dispunha não só das pessoas como dos seus bens, mas então não foi isto que os socialistas combateram o PCP na era do PREC? Foi!
Esta senhora deputada por aquilo que diz um dia destes vão chegar a casa de um português qualquer que tenha uma casa fechada, quais as razões não interessa, é um assunto particular de cada um porque tem direito à propriedade privada e fazer dela o que lhe vai na real gana, e dizem-lhe assim, meu amigo, você tem aí uma casa que está fechada e não pode ser, nós vamos requisita-la porque existem pessoas que precisam de habitação para viverem, e eu pergunto? Ma então o que tem Estado a ver com a minha casa? Eu tenho os impostos de lei pagos, a casa é minha e custou-me o meu suor, se a casa está fechada é porque me interessa, se arrendo ou não é um problema meu, e provavelmente metem-me dentro daquilo que é meu um um individuo que eu não conhece, não sei se é pessoa digna para viver dentro da  minha propriedade, se é digno de tal e eu fico calado e quieto? Assim, mais uma vez deixem-me pensar que afinal estou num país da antiga cortina ferro, não tenho dúvidas que estou!
700 mil casas a mais, diz a respeitada senhora, e depois? Qual é o problema? Se o Estado acha e quer ser tão social e quer oferecer algo a quem precisa, então construa casas e ofereça às pessoas necessitadas, como fez o Estado novo que foi sempre contestado por estes socialistas, mas o Estado novo nunca se apoderou da propriedade alheia, pois não?
Mais uma vergonha que eu peço para que nunca seja possível a sua concretização, porque se sim a propriedade priva passa a ser uma miragem e o investimento privado estará em causa, num país que tanto precisa dele como do pão para a boca. Comunismo puro!

08/03/2018

Segurem a banca e deixem lá cair a ponte, rapaziada






Um parafuso em aço com cerca de 60 centímetros e três quilos quase ia caindo em cima de um casal de turistas e de um português.

Foram encontradas fissuras numa zona estrutural da Ponte 25 de Abril, que podem afetar a segurança. Esta foi uma das conclusões do relatório que o Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) entregou ao Governo em fevereiro, divulgado esta quinta-feira pela revista Visão. O documento diz que, sem medidas urgentes, poderá ser necessário restringir o tráfego de pesados e de comboios de mercadorias.

Posto tudo isto o que dizer deste governo que nos governa? Governa? Então eu digo que estes senhores desrespeitam o povo, desrespeitam a vida humana, com uma atitude de desprezo pelos conselhos dados pelo (LNEC) e onde a desculpa é que o Secretário de Estado das Infraestruturas aguarda há seis meses pela resposta das Finanças para a libertação de 20 milhões de euros para as obras, seis meses?
Então numa infraestrutura desta natureza pode-se esperar seis meses por um despacho burocrático? Não brinquem comigo por favor, isto só mostra uma coisa que é, falta de respeito pelos utilizadores da dita ponte, já foi assim noutros tempos e noutras estruturas, mas o país é o mesmo, as merdas de outros tempos foram-se, mas as merdas de hoje continuam a nos desprezar desta forma negligente ou sei lá se é só negligência se outra ideia qualquer como uma espécie de uma atitude preconceituosa e discriminatória. Sem perdão!

25/02/2018

Bem mandados e cobardes!


Somos bem mandados e cobardes, valores? Foram-se, diz este senhor que houve um grupo de gente que se apoderou do Estado e dele tudo faz em seu belo prazer, que futuro nos espera? A pobreza, a indigência e a subserviência aos grupos que se ocuparam do Estado.
Vamos acordar, mas quem? Este povo? Não.........., um povo que foi picado pela mosca tse tse e sofre de demência permanente? Este povo que não sai do terceiro mundísmo e que se contenta com tudo, um povo intelectualmente medíocre ao nível dos povos africanos e sul americanos pode fazer algo por si? Não certamente, por tudo isto seremos sempre o cu da Europa e atrás de muitos de outros continentes.
Hoje que temos ao nosso dispor vias de comunicação como esta em que estou escrevendo este povo utiliza-as para quê? Para publicar banda desenhada, será por receio? Receio de quê? Ou será porque é incapaz de dizer o que sente? Talvez isso! Mesmo que fossem asneiras todos entendemos, deixem-se lá de esquisitices por favor, ou pensam que o politicamente correcto é que é fino e ficamos bem com Deus e com o Diabo? Não! O politicamente correcto é uma forma de tornar o povo mais humilde e de o conter com mansas frases sem se conseguir exprimir de forma a dizer o que sente. Vamos acordar por favor!

23/02/2018

Costa, um palhaço rico para o exterior

António Costa garantiu esta sexta-feira aos jornalistas, em Bruxelas, que Portugal “tem meios para contribuir com mais” para o orçamento comum da União Europeia.

Muito bem senhor Primeiro Ministro, ao falar assim fala muito bem, só que o senhor se esquece dos problemas do seu país, e um dos problemas que o seu povo enfrenta é a saúde, para não falar noutros, mas este o da saúde está altamente deplorável, são os centros de saúde que lutam por falta de pessoal médico, enfermeiros, materiais como, luvas, pensos, medicamentos e outros ou quase todos, os hospitais então quase não se pode chagar à porta, as filas são desesperantes para os pacientes e para quem por lá labuta, as cirurgias fazem-se a modos do século 18, pessoas com o fêmur fracturado e esperando cirurgia esperam semanas e a resposta são: se houver dinheiro para a prótese, esta semana não pode ser porque os enfermeiros estão em greve, para a próxima semana não se sabe, isto passa-se no hospital do Marafadagem, não sabia? então fica sabendo.
Tudo isto advoga o governo por falta de dinheiro, claro até acredito que exista essa necessidade, mas não nos venha dizer que Portugal “tem meios para contribuir com mais” para o orçamento comunitário, então se tem esse dinheiro todo só não tem para os cidadãos? Não sei onde está o seu socialismo, se calhar deve-o ter perdido algures.
Olhe primeiro pelo povo, depois as grandezas, porque isto não nenhum circo, só em actividades circenses é que se pode brincar aos ricos, é urgente cuidar da saúde dos portugueses, o senhor não precisa, é rico, não é? Mas o povo é pobre e sem ele o senhor não vive.
Continuo insistindo neste campo da saúde, olhe pelos portugueses porque um dia destes estamos todos doentes, se não é capaz demita-se, se a parte humana lhe fugiu, procuro-a. Tenho dito!

O BCE paga salários mínimos


O salário de Constâncio — de 340,200 euros por ano — não fica muito longe do de Mario Draghi: o presidente do banco central que decide a política monetária na Zona Euro recebeu quase 396.900 euros no ano passado. De um ano para o outro, ambos os responsáveis viram os seus ordenados aumentarem em 1,83%. Os restantes responsáveis do BCE receberam todos valores abaixo dos 300 mil euros. É o caso de Peter Praet, Benoît Coeuré, Yvs Mersch e Sabine Lautenschläger.

Posto isto o que posso pensar? Poso pensar e dizer que afinal a UE não foi criada por dá cá aquela palha, ela existe e foi criada para dar a palha aos senhores que o povo elege com o sentido de que lhes podem ser úteis, afinal a sua utilidade estão e são como mostra a foto acima.
O nosso Vitinha é um dos que tem tirado bastante proveito, desde o BP até ao BCE, não esquecendo os muitos bons serviços prestados no governo português, é um dos que tem extraído bastante rendimento e mordomias destas instituições, como não hão eles de se sentirem como peixinhos na água?
Não esquecendo de outros que são às centenas ou mesmo milhares nesta UE, e os povos desta UE? O que têm beneficiado, têm beneficiado o trabalho árduo e em muitos países mal pagos como no caso de Portugal, mas estão dentro do clube dos ricos e dentro das glórias da mesma Europa que continua a desiludir, protegendo os grandes com estes vencimentos e dando um pirolito aos seus servidores. Muitas felicidades Europa Unida.

16/02/2018

Queres ser lembrado? Então morre


Era português, chamava-se Marcus, foi modelo e cantava. Morreu, diz-se que de frio, no metro de Londres. 
A morte de um sem-abrigo, em Londres, um rosto que os "média" britânicos descrevem como estando ali há já algum tempo, no metro de Westminster, mas com quem ninguém se preocupou, traz a lume problemas que muitos não querem ver.
Marcus, tinha 35 anos e nacionalidade portuguesa, os jornais do Reino Unido dizem que foi modelo, que era também cantor, que sonhava com o dia em que ia voltar ao ativo e que ansiava já por encontrar um trabalho como empregado de mesa. A morte está ainda por explicar, há quem culpe o frio, mas não só.
No local onde faleceu alguns ramos de flores entre eles um do líder do Partido Trabalhista.

E agora? Agora se calhar até lhe vão fazer uma homenagem, mas enquanto ele dormiu e viveu na rua ninguém, mesmo ninguém se lembrou dele e de outros que não são poucos a viverem na rua.
Este por acaso até é português, morreu num país que eu considero civilizado e humano, mas não deixa de consentir tal crueldade a estas pessoas e outras que pelo mundo fora passam fome e não têm onde se proteger, a moral do países ocidentais é muito grande, só a moral, porque o resto ainda está longe, dizem os países ocidentais defender e proteger os direitos humanos, até penalizam outros por não os defenderem e os atacarem, então e vocês? Países ocidentais, não mereciam também serem penalizados? Mas e por quem?
Existem milhares de pessoas ou mesmo quem sabe muitos milhões, a viverem na rua e com fome, sem o mínimo que se pode desejar a um ser humano para poder viver com dignidade, mas a moral continua dia após dia a ser apregoada, mas tratar tal mal ninguém se digna fazer, só quando alguém morre nas condições em que este português morreu é que aparecem a lamentar, neste caso até foram duas figuras de alto relevo, um de Inglaterra e outro de Portugal, para quê tamanha hipocrisia? Agora não! Ele o Marcus já cá não está, ele não lhes vais agradecer, ele morreu! Porque as sociedades estão e são ainda muito desumanas, e eu como humano e cheio também de pecados, lamento que ainda no século 21 existam pessoas a serem tratadas como ratos, isto é um crime das sociedades, não é por falta de recursos, não digam isso! É simplesmente por falta de humanismo!
Para quando o fim destes dramas? Resta-me repudiar os seres humanos responsáveis, e nada mais.

Frase de homem de cortelho e fraca moral


  • Pedro Ferraz da Costa - o empresário que em 2005 avisou que em dez anos o país estaria falido diz que falta gente nova a trabalhar e que as empresas se estão a transformar "em lares de terceira idade". Diz ainda que faltam candidatos não por falta de qualificações, mas porque "as pessoas não querem trabalhar".
Há já algum tempo que eu não ouvia esta personagem, apareceu hoje a emitir mais uma patetice e ao mesmo tempo mais uma frase trapaceira, que segundo esta voz irritante e descompensada no tempo diz que as pessoas não querem trabalhar.
Não querem trabalhar é um adjectivo um pouco maquiavélico, como sempre nos acostumou o personagem e ofensivo a quem neste país labuta mal ou bem.
o Sr. Ferraz que até no nome é esquisito, parece que olha para a classe trabalhadora com olhos de fera faminta, desejando comer os que o alimentam com suor e sacrifícios, adjectivando-os da mais cruel frase "não querem trabalhar" que só pode vir não direi de um fascista, porque nessa eu não vou em fascismos, mas de um individuo que na minha opinião que tem vivido com o focinho cheio de veneno apontado a quem trabalha, e isto numa sociedade dita democrata que ainda vive dependente de gente como este senhor. O que faz você na vida? Se dissesse essa frase a mim respondia-lhe apenas com o desprezo mais violente que se pode dar a uma pessoa, que é ignorá-la e considera-la abaixo de toupeira de cano de esgoto.

21/01/2018

Batalha Reis disse, e eu também acho que sim!


Jaime Batalha Reis sublinhou o carácter apaixonado assumido pelas lutas em torno da questão do trabalho colonial e tropical. Insistiu, também, no facto de tais lutas serem produto de uma ausência de estudos científicos sobre a questão, sobretudo de investigações orientadas numa perspetiva comparada. Diga-se, de passagem, que as suas posições anteriores tinham sido de reserva em relação ao abolicionismo. Isto é, defendera argumentos de emancipação, mas considerou-os sempre no quadro de uma progressão lenta, uma vez que considerava não estarem os africanos ainda preparados para se governarem a si próprios e deixarem de ser tutelados.

Batalha Reis disse e eu também concorde, e disse-o naquela época, mas nos dias de hoje a situação não lhes é muito mais favorável, todos já se governam a si próprios, mas de que maneira eles se governam? Acho eu e é verdade, muito mal, porque são dependentes de todas as tecnologias, dependentes do mercado exterior para tudo, nas suas mentes ainda está presente a mentalidade indígena africana, aquela onde o subdesenvolvimento perdura e muito, os seus costumes são ainda e muito medievais, hábitos ainda muito pré primatas e aspecto grosseiro.
Muitos já possuem alguma escolaridade, mas a sua forma de pensar, idealizar, e criar algo ainda está muito longe do primata branco, dos quais eles, os africanos, continuam a depender, e muito dificilmente perderão essa dependência.
Como seria aquele continente que até é  belo e rico na sua natureza se ficassem dependentes só e apenas de si mesmos neste mundo? Sobreviveriam? Sim! Sobreviviam! Mas penso eu mais uma vez que recuavam no tempo, e não num tempo curto, mas algumas centenas de anos com certeza.
Não foi só Batalha Reis que defendeu essa ideia, Salazar disse-o várias vezes, e temos visto e confirmado que é verdade, porque muitos dos países africanos com 60 e mais anos de independência continuam sem rumo, lutam entre si, sem causas, não com pedras e flechas, mas com as armas que eles tanto gostam e que não as sabem fabricar, são as tecnologias que para eles ainda continuam a ser uma luz ainda muito longínqua e difícil de lá conseguirem chegar, vivem hoje os povos africanos como eles dizem livres e independentes? Não! Os seus gestores, esses sim, esses vivem, mas onde instalam os seus dinheiros? Lá está no mundo do primata desenvolvido, e qual a razão? A razão é porque eles próprias reconhecem que estão ainda muito e mesmo muito longe da sua independência total, vivem apenas um independência virtual.

09/01/2018

O exagero é inimigo do óptimo


Benfica e Centeno. O Ministério Público está a ponderar uma investigação do pedido de bilhetes para assistir a um jogo no Estádio da Luz por parte de Mário Centeno e a posterior isenção de IMI de que beneficiaram os filhos do presidente do Benfica. Questionada pelo i sobre se foi aberto algum inquérito a estes factos, a Procuradoria Geral da República informou ontem ao início da noite que o Ministério Público “encontra-se a acompanhar a situação com vista a decidir se há, ou não, qualquer procedimento a desencadear no âmbito das respetivas competências.”
O Ministério das Finanças afastou ontem qualquer responsabilidade na atribuição de isenção do imposto sobre imóveis (IMI) a prédio de empresa gerida pelos filhos do presidente do Benfica, dias depois de Mário Centeno ter pedido bilhetes para assistir ao jogo dos encarnados contra o FC Porto.
O comunicado do Ministério das Finanças diz ainda que o governo não tem qualquer papel na atribuição da isenção de IMI prevista no artigo 71, nº 7, do Estatuto dos Benefícios Fiscais (EBF) e, como tal, esta foi concedida mediante deliberação da autarquia liderada por Fernando Medina. E lembra que a lei prevê que “os prédios urbanos objeto de ações de reabilitação são passíveis de isenção de imposto municipal sobre imóveis por um período de cinco anos, a contar do ano, inclusive, da conclusão da mesma reabilitação, podendo ser renovada por um período adicional de cinco anos”.

Mais um caso de suspeita, desta vez envolve o Ministro das Finanças português, talvez e mais uma vez por ser simpatizante do Benfica, pelo que se vê e ouve um dia destes será crime gostar de um coisa qualquer, não gostar já é, gostar está prestes a ser.
Vive-se hoje em dia numa panóplia de suspeitas, se existe razões para tal talvez sim, mas estou a achar que está existir um bocado de exagere, um dia destes só os sem abrigo é que são os únicos sérios, o que não é verdade, os mais abastados e alguns são tão sérios como os verdadeiros.
Chegamos ao ponto e segundo a minha impressão que um dia destes ninguém poderá pedir um favor a ninguém, será logo suspeito, um dia destes ninguém poderá ter um amigo, será logo suspeito, um dia destes ninguém poderá fazer um favor a ninguém, um dia destes ninguém poderá ser recebido com alguma amabilidade, ou por ser uma pessoa com alguma idoneidade, ou por ser uma pessoa de prestígio, sendo ele intelectual, político ou outro cargo qualquer, ou até alguém que nos fez e faz bem.
Será que quem suspeita e critica nunca pediu um favor? Haverá alguém? Se houver que atire a primeira pedra, afinal o velho provérbio que diz, os amigos são para as ocasiões deixou de fazer sentido, porque tudo e todos são suspeitos.
Não faz sentido nenhum, então um cidadão qualquer não pode pedir a um mandatário qualquer seja ele político ou outro um favor para que com o seu poder ou influência lhe resolva um problema que têm? Quantas vezes se ouve na via publica cidadãos que se cruzam com políticos a lhes pedirem para que lhes resolvam um problema que têm? Isso é crime? Então pede-se a quem? Por amor de Deus...........
Quem não tem um emprego porque teve um padrinho? Quantos há que não? Ou nós somos irracionais?
É evidente que hoje se vive num mundo de corrupção, mas nem tudo e nem todos os são, por isso eu digo, que vivemos num mundo onde até as boas práticas são suspeitas, neste mundo assim eu não acredito, e os exageres são inimigos do óptimo.
Mias digo: Será que um pai pode pedir o bem de um filho? Ou também será suspeito? Tenham Juízo todos os que praticam o mal e não duvidem de todos, porque os que mais duvidam são precisamente aqueles que merecem dúvidas, quem não confia não é de confiar! Mas o Zé portugua julga-se sempre mais papista que papa, uma mania um pouco feroz.

03/01/2018

EDP! Não se enganem por favor, sejam sérios.......


Há clientes da EDP a queixarem-se de erros na leitura dos contadores que têm levado a cobranças bastante superiores ao valor dos consumos. A notícia é avançada, nesta quarta-feira, pelo Jornal de Notícias (acesso pago) que apresenta alguns casos concretos de clientes que foram surpreendidos com faturas de milhares de euros. A EDP não nega esses casos, mas garante que o número de reclamações é reduzido e não está a aumentar.

A Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ESRE) aplicou uma medida cautelar à EDP Comercial, fornecedor de energia em mercado livre, que obriga à cessação imediata da utilização de expressões suscetíveis de induzir em erro em cartas enviadas aos consumidores.

Aqui estão duas notícias que correm hoje nos meios de comunicação referentes à EDP, e tudo isto não surpreende, porque sabemos bem como eles são e estão distraídos, sempre que a distração existe nunca é a favor do consumidor, porque será?. Quando nos enviam a casa indivíduos com a finalidade de aliciarem clientes a aderirem a serviços para os quais não estão interessados também não se sentem culpados, como aconteceu comigo, não adiante nem perco mais tempo com gente desta e semelhante, apenas digo que não confie um milímetro que seja nesta e noutras empresas deste género, com muita pena mas é assim que penso!

02/01/2018

2018, mais um ano em que os nossos bolsos ficam mais vazios


Sobe quase tudo em 2018.. Os bolsos vão ficar mais vazios com os aumentos de preços prometidos e anunciados em quase todos os sectores.

Não há palavras para descrever o nosso futuro, e este ano parece ser um dos que mais nos vais custar a pagar o que consumimos, tudo ou quase tudo aumentou, isto depois da propaganda  do aumento do salário mínimo nacional, das reformas etc., Afinal para que serve tal propaganda? Quando na prática a isto se chama dar com uma mão e tirar com as duas.
O que vão melhorar os portugueses? A resposta é Zero negativo, agora os privilegiados sim! E esses são sempre aqueles que continuam a comer na manjedoura do poder, que quer queiram quer não as mordomias são sempre os mesmos que comem.
Os salafrários aproveitam-se destas deixas, e aí têm o poder a os autorizar aumentar tudo o que consumimos, no fim continuo a perguntar para que serviu tal propaganda do ordenado mínimo nacional e das pensões? Para propaganda política e para o favorecimento aos tais salafrários que se aproveitam para nos roubarem no custo dos bens que necessitamos, vejam os aumentos aqui: Aumentam os preços

12/12/2017

RTP paga 15 mil euros mês a Catarina


Nos próximos dias, a estação pública irá sentar-se à mesa com a apresentadora para assinarem um novo contrato, até 2019. O ordenado será o mesmo, apurou a TV Guia: 15 mil euros brutos, por mês.
Está decidido. Catarina Furtado, segundo apurou a TV Guia, vai renovar contrato com a RTP, que chegava ao fim já no mês de Dezembro. "É o que faz sentido", justifica fonte da estação pública.
Vai ficar tudo fechado nos próximos dias e o ordenado é aquele que as duas partes acharem o mais correto", esclarece o mesmo responsável à TV Guia, sem confirmar valores, mas garantindo que deixou de haver loucuras com as estrelas do entretenimento: "Hoje, a realidade é outra, estamos todos conscientes disso [a apresentadora chegou a ganhar o dobro na estação pública, recorde-se].

Faz sentido? Não! Chegou a ganhar o dobro, segundo me ensinaram na primária o dobro de 15 000 € são 30 000 €, que pouca vergonha vai neste país, uma apresentadora de TV que raramente a vimos, uma apresentadora de TV, qual a diferença entre uma apresentadora de TV e uma apresentadora de circo? Será que a de circo ganha 15 000 e por mês ou já ganhou 30 000 €?
Se isto fosse numa estação privada eu nada tinha criticar, mas numa estação pública? Onde eu como cidadão português tenho uma reforma de miséria e trabalhei 42 anos e ainda me deram uma guerra para fazer..........., posso ficar satisfeito com estas mordomias dadas a uns a extraídas a quem passa fome? Que país de merda me viu nascer.
No entanto não há dinheiro para pagar a médicos, médicos que são os que nos fazem falta, que grande pouca vergonha, a onde estão os portugueses? O que andam a fazer que não vêm estas mordomias dadas como o seu dinheiro, numa estação de TV dita pública.
Termino com nojo e repúdio por causa dos 15 000 € que esta senhora ganha de uma empresa pública que me assalta todos os dias e me devolve em troca uns miseráveis programas de circo e ainda por cima de muita má qualidade. Portugal precisa de acordar, acordem tugas!!!!!!!

08/12/2017

PS, é um partido multirracial? Claro! Muito bem.....


Não é todos os dias que mais de duas centenas de pessoas de etnia cigana decidem inscrever-se no PS. Mas foi isso mesmo que aconteceu em finais de Outubro, quando elementos ligados à Associação Social, Recreativa e Cultural Cigana de Águeda (ASRCCA), no distrito de Aveiro, reuniram toda a documentação necessária para serem aceites como militantes no PS de António Costa. Mas ainda não conseguiram, porque na sede nacional foram apontadas falhas ao processo, relacionadas com a secção do partido escolhida pelos candidatos a militantes.

Só pode ser multirracial, e é, e por essa razão os ciganos acham-se com o dever de pertenceram a um partido político, e logo o PS, porque será? Não estarão afazer confusão? O Sr. Costa não é cigano, é Indiano, existem certas parecenças em tons de cor de pele, mas existe outra razão, é que a proveniência da raça cigana é de um local muito perto do da origem do Sr. Costa, será por isto a confusão?
Ciganos são sempre ciganos, espero não ter um dia um cigano a governar o meu país, mas por este caminho já nada me vai espantar, um dia destes..............., olhem lá que eles também são pessoas......, e com deveres e direitos, só que diferentes dos meus, porque será?

05/12/2017

Dor de corno


Centeno é “presidente por acaso”, diz o Financial Times  A nomeação de Mário Centeno para a presidência do Eurogrupo poderá dotar-se de simbolismo, por ser o primeiro presidente da Europa do Sul a ocupar o cargo. No entanto, afirma o Financial Times, é “improvável” que a nomeação do ministro das Finanças português traga “uma grande mudança cultural no funcionamento do Eurogrupo”. Aliás, o ministro português chegou lá “por acidente”, diz o jornal.
Mário Centeno chegou a ser o candidato preferido do jornal para o cargo no Eurogrupo. Antes disso, o mesmo Financial Times tinha considerado o governante português como um “candidato forte, como membro de um governo socialista num país saído de um programa de resgate“. Mas já lhe tinha notado a “pouca experiência na primeira linha da política, tendo passado a maior parte da sua carreira como um economista de banco central.”

Segundo esta informação, chamo a isto dor de corno de quem opina este sentimento de que o Mário Centeno foi eleito por acaso, então é assim, primeiro era considerado um candidato forte, mas com pouco experiência, agora que o português ganhou e bem, já foi por acaso.
Se foi por acaso penso que não, foi a votos, e ganhou, quem não concorreu foi quem não quis, será a dor de corno dos nossos vizinhos mais a nascente? Porque segundo o dito jornal, o espanhol Luis de Guindos seria o sucessor natural de Dijsselbloem, natural porquê? Será mais competente? Será mais idóneo? Será mais velho em idade? Ou serviria mais os interesses de alguns? Por aí talvez! Agora esta opinião vale tanto para a democracia como nada e só mostra quanto está em primeiro lugar a democracia, a competência no lugar de certos interesses, e assim é a União Europeia!